O Tempo das Giestas

          Lisboa, 1 de abril de 1988. Teresa procura Simão, um jovem por quem se apaixonara, 52 anos antes. E que desapareceu, sem deixar rasto, em 27 de maio de 1936. Marcos, um jovem ativista político, ajuda-a, apoiando-se ambos nas limitadas pistas de que dispõem. Apesar disso, conseguem reconstituir os passos de Simão, após o seu desaparecimento. Descobrem que fora preso e deportado para o Campo do Tarrafal, na ilha de Santiago, em Cabo Verde. É a história de um amor impossível, devido à repressão política e à restrição das liberdades, durante o regime de Salazar.

           O texto de José Casanova caracteriza o século XX português, em dois períodos de grande importância da sua História, os anos trinta e oitenta, em que o país viveu o início da Ditadura, do autodesignado Estado Novo, e os primeiros anos da Democracia, após a Revolução de abril, respetivamente. Evoca, ainda, as lutas antifascistas, a tortura e as prisões sumárias de opositores ao regime, nomeadamente no Campo do Tarrafal.

         A versão dramática da obra de José Casanova dá ênfase às duas histórias de amor condicionadas, quer pelas diferenças das épocas quer pelas circunstâncias políticas e históricas   em que os protagonistas vivem, sublinhando que a Liberdade é condição fundamental para alcançarmos a Felicidade.

Ficha Artística e Técnica
Criação | Fernando Casaca
Texto | José Casanova
Interpretação | Catarina António | Mário Lobo | Rafael Lavaredas | Susana Dagaf                                          Comunicação e Promoção | Ana Isabel Delgado           Operação técnica | João Sousa

G A L E R I A

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