Moby Dick

 Ficha Artística e Técnica

Versão dramatúrgica e encenação | Fernando Casaca

Direção de Projeto, Produção e Administração | Rita Sales

Promoção e Comunicação | Marlene Aldeia

Técnico Responsável e Montagem | Vasco da Silva

Música | Inês Mares | João da Ilha | João Pedro Vítor | Marco Montandon

Figurinos | Márcio Fortuna | Rita Sales

Desenho de Luzes | Vasco Silva

Performers | Fernando Casaca | Inês Mares | João Pedro Vítor | Márcio Fortuna | Rita Sales

Operação técnica | Vasco Silva | André Penalva

Vídeo | Gonçalo Sousa

Fotografia  |  Pedro Soares

Insuflável  | ArMeios

Execução musical | Inês Mares | João da Ilha | Filipa Mendes 

Execução de figurinos | D.Rosa

               “Moby Dick” é um projeto performativo nocturno e de rua que combina performers, imagem no teatro e a contracena com uma criatura insuflável de grandes dimensões. Contém quadros e situações eventualmente polémicas e/ ou chocantes, revelando de forma crua – muitas vezes incompreensível e irracional – a relação entre os pescadores-caçadores de baleias e o maior mamífero do mundo. As sonoridades criadas para este evento-performance contribuem igualmente para a criação de ambiências inexploradas.

                Em cena confrontam-se os homens, o mar e outros elementos naturais. E revelam-se, deste modo, as condições materiais da vida destes pescadores-caçadores de baleias, destacando-se sobretudo o conjunto complexo das paixões humanas e da violência do trabalho no mar. Na linha da obra homónima de Herman Melville, estes aspectos são observados e descritos por um jovem marinheiro, em memórias registadas pelo aventureiro e náufrago, na primeira pessoa. Mas, também, deixadas às gerações seguintes para que ninguém o ignore. Assim, a introdução – em off – de excertos narrados torna-se um elemento estrutural imprescindível, participando na recriação de ambiências sonoras. O projecto explora igualmente as dimensões materiais das baleias, através da sua representação em material insuflável. Mas a natureza – as águas oceânicas, os ventos e as tempestades ou o sol da bonança – são elementos estruturantes, também integrados no espectáculo. Um conjunto de vídeos são projectados sobre o corpo da própria baleia, transformada em tela gigante. Na mesma linha de propostas são utilizados outros recursos técnicos e humanos, cujo fim é recriar as emoções de quem se expõe a perigos constantes, no alto mar. Emoções que, todavia, não se confundem com “ilusão teatral”, pois a leitura dramatúrgica de Moby Dick tem a pretensão de questionar cada espectador acerca dos valores que transportamos para o futuro. Sobretudo no que diz respeito ao meio ambiente e à preservação das espécies. 

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