Na Pele | da Terra

Nos primeiros tempos do Tempo a Terra era só uma, e podia ser atravessada de ponta a ponta, sem navios ou aviões intercontinentais. Em todo o mundo falava-se um único idioma, o dos gestos; não se distinguiam países nem nações. Depois desse Tempo a Terra tremeu, abriram-se trilhos no chão por onde correm, agora, os rios e as ribeiras. Cresceram as montanhas, as cidades e os países. E a Terra dividiu-se em continentes. Estes movimentos da Terra podem ser suaves ou violentos; podem, até, destruir casas e ferir pessoas e animais. Por isso devemos ter alguns cuidados, conhecer e respeitar as regras de segurança.


DA ENCENAÇÃO

Criado a partir das estruturas da narração oral, na tradição dos contadores de histórias, fatores como a proximidade, a interatividade e a integração de elementos do imaginário e da fantasia, estão sempre presentes no desenrolar do espetáculo que se assume como partilha de afetos e saberes, na plena cumplicidade, entre narrador e ouvinte, só possível no universo dos contos e do fantástico. Momento de múltiplas aprendizagens, embora sem pretensões pedagógicas, em que se abordam questões do nosso tempo, da cidadania; bem como os riscos, as formas e os meios de segurança em caso de sismos ou outros acidentes naturais terrestres.


ficha artística e técnica

Fernando Casaca _ Criação | Direção | Interpretação

Fernando Molina _ Composição Musical

Marlene Aldeia _ Produção | Comunicação

Paulo Curto Baptista _ Design de Comunicação


ESTREIA | 22julho 2017 | Parque Catarina Eufémia, Barreiro | no âmbito do programa ‘Parques Vivos’

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